Itens da lista de material escolar têm variação de até 625% em BH; confira preços

Bruno Inácio - binacio@hojeemdia.com.br

Mês que antecede a volta às aulas, janeiro é marcado pela procura de materiais escolares em papelarias e supermercados. E, como de costume, a demanda alta pelos produtos provoca mudanças nos preços, além de dar trabalho para quem gosta de pesquisar os lugares mais baratos.

O site especializado em pesquisas Mercado Mineiro comparou os preços dos produtos mais procurados por mães, pais e responsáveis na hora de montar a lista. As variações chegam até a 625% entre os pontos de vendas da capital.

Quem está neste topo da lista é o lápis preto, que custa entre R$ 0,40 e R$ 2,90, tendo a maior variação da cidade. Já o caderno brochurão de capa forte, com 60 fls, é o que tem a menor diferença de preço. Atualmente, está sendo vendido de R$ 6,49 a R$ 6,99, uma variação de 7,7%.

A pesquisa tem como objetivo mostrar para o consumidor uma referência de preços em Belo Horizonte. Confira abaixo como estão os valores dos principais itens e o preço médio praticado, para saber se você está pagando muito caro pelo que compra. A pesquisa completa está disponível neste link.

  • apontador simples: de R$ 0,90 a R$ 3,90. Preço médio: R$ 2,59
  • apontador com reservatório: de R$ 1,50 a R$ 3,90. Preço médio: R$ 2,10
  • borracha branca, n° 20 da Mercur: de R$ 0,80 a R$ 2,10. Preço médio: R$ 1,28
  • caderno brochurão, 60 folhas, pautado: de R$ 3,50 a R$ 6,99. Preço médio: R$ 5,14
  • caderno brochurão, capa dura: de R$ 6,49 a R$ 7,90. Preço médio: 7,24
  • caneta esferográfica: de R$ 1,20 a R$ 1,90. Preço médio: R$ 1,43
  • cola branca, 90 gramas: de R$ 1,90 a R$ 4,90. Preço médio: R$ 2,39
  • corretivo líquido: de R$ 1,90 a R$ 3,90. Preço médio: R$ 2,74
  • folha de papel A4, pacote com 45 unidades: de R$ 7,99 a R$ 11,90. Preço médio: 9,74
  • Lápis de cor: de R$ 3,79 a R$ 10,90. Preço médio: R$ 8,20

Pesquisa

Como de costume, a palavra de ordem é economizar. Segundo o diretor do site Mercado Mineiro, Feliciano Abreu, o preço é um norte, mas o consumidor pode (e deve) sempre buscar valores mais em conta. “A pesquisa é formatada pelos empresários do setor e usa marcas mais procuradas e enquadra como genérico, por ser de marca menos conhecida, mas com menor preço”, comentou.

Já o especialista em finanças pessoais Carlos Eduardo Costa indica reaproveitar itens que não precisam ser novos. “Mochilas, tesouras e apontadores, por exemplo, não precisam ser comprados novamente sempre. É possível usar os antigos e só trocar se houver uma necessidade”, explicou.

Outra orientação é tentar comprar o maior número de itens numa mesma loja ou estabelecimento e pagar a vista. “Assim, você pode negociar com o vendedor e pechinchar um preço mais bacana”, orientou.

Fonte : Portal Hoje em Dia

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